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domingo, 9 de janeiro de 2011

Até que uma "gostosa" nos separe.


Se tem uma coisa que eu queria entender é o tal do “amor eterno”. Tirando o amor de mãe, eu não acredito totalmente que ele existe, mas espero que algum “lindo, tesão, bonito e gostosão” desse mundo, me prove o contrário. Quando você sobe no altar, não acho que tem que somente amar a pessoa, antes do amor tem que ter muito respeito, paciência e conhecer muito bem seu alvo. Pois na minha concepção, o casamento é muito além do “o que é meu é seu”. Quando você decide juntar os trapos com outra pessoa, você terá que lidar com coisas do tipo, toalha molhada na cama, privada com xixi, bafo ao acordar, enfim.. Se você quer ter um relacionamento bom você terá que engolir alguns sapos, e bafos. Por isso que o 1° ano de casamento é o mais difícil, e os casais de hoje, são tão “modernos” que quando ocorre o primeiro conflito, normalmente o que tem mais merda na cabeça vai pra casa da mamãe, para esperar a poeira baixar, e numa dessas, liga pro amigo baladeiro, que acaba apresentando uma garotinha, que na maioria das vezes é cosmeticamente prejudicada, mas tem um corpo “bacana”, ai vai a teoria, do travesseiro na cara, e como o canalha está carente pega o telefone da vaca, e na próxima recaída ela será novamente uma válvula de escape, e ai que todo aquele amor que vocês sentiam vai por água abaixo, pela falta de paciência que conseqüentemente, levou a esfriar o relacionamento e o amor foi se acabando. Se você tem medo de casar, e está pensando em fazer um test-drive “juntando as escovas de dente, antes da aliança.” Isso não é nada bom, pois segundo uma pesquisa da superinteressante “Morar junto, sem casar, causa depressão”.

Mas cada um é cada um.. Quando eu estiver no altar com meu querido marido, espero que as juras de amor e o “até que a morte nos separe” prevaleça. AMÉM.